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Dia Internacional da Mulher: Ranking revela as artistas mais ouvidas e aponta desafios no cenário musical

Neste domingo, 8 de março, o Dia Internacional da Mulher ganha um reforço de peso nas plataformas digitais. O ranking Top Mulheres Brasil acaba de destacar as 50 faixas femininas mais ouvidas no país, mas os dados também acendem um alerta sobre a representatividade no mercado fonográfico.

📊 O contraste dos números

Segundo dados da Deezer, apenas 18% das músicas no Top 100 Brasil têm mulheres como artistas principais. Por outro lado, o público demonstra que quer ouvir as vozes femininas: elas ocupam 27% do tempo total de escuta dos usuários. Para equilibrar essa balança, a campanha “Vozes Femininas” foi lançada globalmente para impulsionar a visibilidade de artistas em diversos países.

🎶 Quem está no topo?

Confira alguns dos destaques que não saem do ouvido dos brasileiros:

  • Internacional: Taylor Swift aparece com “The Fate of Ophelia” e Lady Gaga (com Bruno Mars) segue no topo com “Die With A Smile”.

  • Sertanejo e Piseiro: Mari Fernandez (“Saudade do Carai”), Ana Castela (“Olha Onde Eu Tô”) e Simone Mendes mostram a força das mulheres no gênero.

  • Pop e Funk: Anitta com o hit “GOSTOSIN” e Marina Sena em parceria com o Psirico em “CARNAVAL”.

  • Gospel: Destaque para as potentes vozes de Julliany Souza, Gabriela Rocha e Isadora Pompeo.


🌟 Giro de Notícias e Experiências

  • Shakira no Rio: Quer ver a loba de perto? Estão abertas promoções para concorrer a ingressos para o show no Rio de Janeiro com tudo pago!

  • Ivete Sangalo: Após passar por uma cirurgia no rosto, a Veveta não parou e comandou um show histórico dentro da casa do BBB 26.

  • Festival SheRocks!: Estreia hoje no Brasil com ingressos gratuitos, celebrando o protagonismo feminino na música.

📱 Como apoiar?

Durante todo o mês de março, os ouvintes podem acessar canais exclusivos de curadoria feminina, como o Flow “Empodere-se” e a playlist “Mulheres da Deezer”. Além disso, você pode conferir no seu perfil pessoal qual a porcentagem de vozes femininas que você consumiu no último mês.

“Criar espaços que amplifiquem as vozes femininas de forma consistente, e não apenas em datas simbólicas, é essencial”, afirma Laura Gonzalez, especialista de música e cultura.

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